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quinta-feira, 28 de maio de 2015

Saiba como conquistar a casa própria; veja passo a passo.


 As notícias para quem está planejando realizar o sonho da casa própria este ano não têm sido animadoras … Os bancos aumentaram os juros, a Caixa reduziu o percentual de financiamento para usados (agora só financia 50% do valor total do imóvel e vai reduzir em 20% o percentual de recursos destinados à habitação) e a construção civil tem lançado cada vez menos imóveis.

“As pessoas têm postergado um pouco mais a decisão de compra. Mas, acredito que essa postura  é um equívoco. O momento do mercado está mais fácil para o comprador do que para o vendedor, que tem feito ofertas e  descontos cada vez mais agressivos”, explica Azevedo que também está à frente da Ello Imóveis. Azevedo pondera que quem não comprar agora na esperança de ter preços menores pode se decepcionar.
“Não vai haver redução no preço. Os imóveis seguem se valorizando, apesar de ter um ritmo mais lento. O consumidor deve aproveitar essa tendência de mercado e comprar o imóvel, pois pode haver mais dificuldades econômicas que tornem mais difíceis ainda as condicoes oferecidas pelos agentes financeiros”, defende o dirigente da Ademi-BA.
É preciso ter cautela – ou até mesmo adiar o sonho –  em novas aquisições, mas, para quem a compra é inevitável, o CORREIO preparou um passo a passo para você não se perder das armadilhas do mercado.
A funcionária pública Valéria Sousa se viu nesse labirinto pela compra de um imóvel novo no início deste mês. “Fiquei completamente desnorteada, perdida mesmo, quando soube que a Caixa tinha reduzido as taxas de financiamento e aumentado os juros.  O dinheiro que eu tinha reservado para a entrada não é mais suficiente. Agora vou ter que esperar mais e viver por pelo menos mais um ano no aluguel”, diz.
O educador financeiro Paulo Santana explica que o caminho está mais difícil, mas não pode ser considerado impossível. “Sem dúvida, está mais complicado e o caminho agora – mais do que nunca – é focar no ajuste da compra do imóvel com o seu orçamento. Tem que fazer conta e barganhar descontos com os vendedores dos imóveis pretendidos. A mesma regra vale para quem quer comprar imóveis novos”, diz.
A dica de Santana faz todo sentido. Segundo pesquisa Fipe e um portal imobiliário, divulgada na última quinta-feira (20), o percentual médio de desconto recebido pelas pessoas que compraram imóveis nos últimos 12 meses atingiu em março seu maior nível desde 2013. O índice registrado foi de 7,5%, o maior resultado desde o início da série histórica da pesquisa. Ou seja, vale pechinchar.
Para a presidente do Sindicato dos Corretores de Imóveis do Estado da Bahia, Eliene Freitas, o ano de 2015 tem sido difícil para quem não tem reserva para comprar um imóvel à vista, por exemplo.

oportunidade pelo fato que tem havido um ajuste no preço”, explica. Eliene destaca que a  recessão tem atingido tanto o segmento de venda quanto o de aluguel. “Está ruim para todos os setores”.
Diretor comercial da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário da Bahia (Ademi-BA),  José Azevedo Filho,  indica que, na Bahia, entre os meses de janeiro e fevereiro, houve uma redução média de 30% no volume de vendas.
“As pessoas têm postergado um pouco mais a decisão de compra. Mas, acredito que essa postura  é um equívoco. O momento do mercado está mais fácil para o comprador do que para o vendedor, que tem feito ofertas e  descontos cada vez mais agressivos”, explica Azevedo que também está à frente da Ello Imóveis. Azevedo pondera que quem não comprar agora na esperança de ter preços menores pode se decepcionar.
“Não vai haver redução no preço. Os imóveis seguem se valorizando, apesar de ter um ritmo mais lento. O consumidor deve aproveitar essa tendência de mercado e comprar o imóvel, pois pode haver mais dificuldades econômicas que tornem mais difíceis ainda as condicoes oferecidas pelos agentes financeiros”, defende o dirigente da Ademi-BA.
Alternativas
Com mais de 20 anos de atuação na área imobiliária,  o corretor de imóveis  Márcio Bulhões, da M2B Imóveis, explica que  o interessado em uma casa nova  precisa buscar alternativas para a compra do imóvel. “O menos complicado nesse movimento seria adquirir um consórcio imobiliário, o que pode ser feito nos principais bancos. Tem que torcer para ser contemplado pelo sorteio ou fazer o aporte em lance”, argumenta Márcio, que tem percebido uma redução de até 15% no volume de negócios este ano comparando com o mesmo período de 2014.
Bulhões ressalta que o comprador não deve ficar restrito só a fazer o financiamento na Caixa Econômica, que detém 65% dos contratos imobiliários do país.
“Os bancos privados, hoje, estão mais competitivos muitas vezes do que os bancos públicos como por exemplo a Caixa. Hoje, a Caixa só financia 50%, em março era 80% e em fevereiro era 90%. Os privados financiam até 70%”, destaca Márcio, lembrando que o FGTS deve ser usado para ajudar na entrada.
Fonte: Correio 24 horas http://noticias.wimoveis.com.br/saiba-como-conquistar-a-casa-propria-veja-passo-a-passo/#prettyPhoto

sexta-feira, 15 de maio de 2015

A vez do investidor tradicional no mercado imobiliário

Se você é investidor tradicional, pode comemorar. Isso porque o mercado imobiliário está com cenário favorável para esse perfil, que consegue negociar imóveis com redução de preço. O que é consequência das mudanças nas regras de financiamento dos imóveis pelos bancos públicos e da desaceleração do mercado imobiliário.


“A cada dia a procura do investidor por imóveis aumenta. Somando valorização e localização, a rentabilidade é superior a outros negócios”, afirma Delano Belchior, diretor comercial da Alessandro Belchior. Entre as atividades da imobiliária está a administração de locação de imóveis para 80% dos seus clientes.
“Hoje o investidor busca rentabilidade mínima de locação de 1,2% em cima do valor venal do imóvel”, avalia, afirmando que a procura por unidades comerciais é maior em virtude da rentabilidade superior a dos residências, que oferecem 0,4%. A maior procura é por pontos comerciais espalhados pelos corredores de atividades de grandes avenidas da cidade.
Além disso, assim como qualquer investimento, deve-se ter um mixe diferenciado de produtos. “No mercado, existem investidores de curto prazo, que compram terreno e participam do negócio junto com a construtora, às vezes como sócio ou apenas parceiro”. É comum não receberem dinheiro pela propriedade comercializada e sim unidades de apartamentos. E também os de longo prazo, que adquirem imóveis e esperam a valorização no futuro.

Cautela
Para Rodrigo Mota da Costa, proprietário da Mota da Costa Imobiliária, o mercado está para investidores capitalizados e cautelosos. “Acabou a euforia. As pessoas estão em dúvida em relação ao futuro econômico”. Nos últimos seis meses, dobrou a procura por parte de investidores que buscam negócios acima de R$ 1 milhão.

Portanto, o investidor capitalizado compra, muitas vezes na planta, e espera o melhor momento para venda. “O interessante é ganhar dinheiro”. Seus clientes buscam o mais barato, independentemente do tipo de imóvel.

Para Bertrand Girão, coordenador de vendas da César Rêgo, no último ano, o mercado acabou para o cliente especulador e aventureiro. “Prevalece o investidor tradicional para locação ou patrimônio que quer segurança na sua aplicação”. O que conta na hora de investir é localização, projeto e idoneidade da construtora.
Matéria públicada pelo jornal O Povo em 13/05/2015 no endereço: http://www.opovo.com.br/app/opovo/imoveis/2015/05/13/notimoveis,3436861/a-vez-do-investidor-tradional-no-mercado-imobiliario.shtml

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Previsões do Sachsida para 2015 – Adolfo Sachsida

FonteS: http://bdadolfo.blogspot.com.br/2014/12/previsoes-do-sachsida-para-2015.html

http://www.bolhaimobiliaria.com/2014/12/05/previsoes-do-sachsida-para-2015-adolfo-sachsida/

Como já é tradição nesse blog, em dezembro faço minhas previsões para o ano seguinte. Aqui você pode ler sobre as previsões que fiz para 2012, aqui as previsões feitas para 2013, e aqui as feitas para 2014. E ai? Estou indo bem ou não estou?

Previsões para 2015:

Inflação: próxima de 7% (com direito a tarifaço nos preços administrados, esperem só para ver o reajuste na tarifa de ônibus)

PIB: -1% (isso mesmo, redução do PIB)

Contas públicas: o governo irá aumentar a CIDE (contribuição sobre combustíveis), cancelar as desonerações tributárias setoriais, e possivelmente aumentar a CSSL (contribuição sobre o lucro líquido das empresas). Acho que tentarão também ressuscitar a CPMF (talvez com outro nome). O salário do funcionalismo público ficará na sua maior parte congelado. O investimento público será reduzido. O rombo nas empresas estatais irá começar a aparecer, com destaque para Petrobras e CEF. Os estados e municípios, seguindo o exemplo do governo federal, tentarão dar um chega pra lá na lei de responsabilidade fiscal. Resumindo: os gastos públicos continuarão altos, e o ajuste será feito mesmo via aumento de impostos, inflação, e redução no investimento público.

Mercado imobiliário: vai passar por um ano ruim, um ano de ajustes, quem tiver dinheiro no bolso fará ótimos negócios.

Taxa de câmbio: a instabilidade cambial vai continuar, mas a tendência de desvalorização do real vai continuar (tudo bem, estou meio vaselina nessa previsão, mas o BACEN tem ajudado muito a aumentar a instabilidade cambial, aí fica realmente difícil).

Resumindo, tal como avisei INÚMERAS VEZES, 2015 será o ano do ajuste. Alertei da necessidade dos ajustes, fui chamado de pessimista. Ano que vem a taxa de juros americana vai subir, e nesse momento o Brasil vai conhecer o estrago que anos e anos de péssima política econômica causam a uma nação.

A inadimplência vai subir, o desemprego vai subir, a renda do brasileiro vai cair. Quando isso acontecer NÃO CULPE O MERCADO. Também não diga que essa é a “tempestade perfeita”. Tempestade sugere algo aleatório. A crise que se abaterá no Brasil em 2015 nada tem de aleatória, ela foi causada pela PÉSSIMA qualidade das políticas monetárias e fiscal adotadas pelo governo petista.




FonteS: http://bdadolfo.blogspot.com.br/2014/12/previsoes-do-sachsida-para-2015.html

http://www.bolhaimobiliaria.com/2014/12/05/previsoes-do-sachsida-para-2015-adolfo-sachsida/

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Temer descarta risco de uma bolha imobiliária no Brasil

O vice-presidente Michel Temer (PMDB)Em sua visita a Portugal, Temer se reuniu com o primeiro-ministro, o conservador Pedro Passos Coelho


Michel Temer: vice-presidente afirmou que protestos "não assustaram" o governo, mas intensificaram as medidas para impulsionar a ascensão social







Lisboa - O vice-presidente Michel Temer afirmou nesta segunda-feira que o país não enfrenta o risco de uma bolha imobiliária apesar da alta dos preços no mercado brasileiro, durante visita oficial a Portugal.

Temer considerou que o bom desempenho econômico do Brasil diminui o impacto possível desse cenário, apesar de alguns analistas alertarem sobre a alta da especulação no mercado imobiliário como consequência da organização dos Jogos Olímpicos em 2016 e da Copa do Mundo em 2014.
"Não há risco de bolha imobiliária", afirmou, antes de acompanhar o lançamento de um livro comemorativo sobre um ano de promoção cultural entre Portugal e Brasil.
Em lugar de riscos, há sintomas positivos na economia, como uma baixa taxa de desemprego, "próxima ao pleno emprego", que ficou em agosto em 5,3%, e uma inflação de 5,8 % para este ano, dois décimos a menos que o previsto para junho.
"Como vai haver problema na economia se o desemprego está diminuindo? Temos as preocupações naturais de manter um bom governo no que se refere à economia", defendeu.
Segundo os últimos dados do Banco Central, a economia crescerá 2,5% este ano, dois décimos a menos que a estimativa de junho.
Como parte de sua visita a Portugal, Temer se reuniu com o primeiro-ministro, o conservador Pedro Passos Coelho. Eles conversaram sobre o processo de privatizações de empresas públicas.
Fonte: http://exame.abril.com.br/economia/noticias/temer-descarta-risco-de-uma-bolha-imobiliaria-no-brasi
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quarta-feira, 17 de julho de 2013

Aquecimento do mercado imobiliário gera aumento no número de golpes

De 2007 a 2012 subiu em 42,3% o número de autuações por exercício ilegal da profissão. Veja abaixo algumas dicas para não ter problemas.