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terça-feira, 6 de outubro de 2015

Você sabe quais documentos você precisa para vender um imóvel?

Corretor: André Costa
Creci-DF: 20.649
Fone (claro/Whatsapp) 61 9292-3340
E-mail: costa0001@hotmail.com

Todo corretor de imóveis tem a obrigação de saber toda a documentação inclusa em uma negociação de compra e venda para informar aos seus clientes.

É considerado responsabilidade do corretor de imóveis conhecer o procedimento para se lavrar uma escritura, seja ela um definitiva de compra e venda ou uma promessa. Caso o corretor não saiba todo o processo de documentação e alguma irregularidade surgir, a responsabilidade pode ser legalmente dele. Por isso, atenção  na hora de fechar uma venda!

Mesmo alguns corretores afirmando que podem existir terceiros para esse tipo de trabalho, faz parte da função do corretor de imóveis saber qual é a documentação necessária para solicitar aos seus clientes.

Faça com que o cliente se sinta mais seguro em realizar o fechamento da venda com você. Seja transparente e demostre o seu conhecimento sobre toda a documentação para realizar a venda do imóvel.

 

Documentação necessária para a legalização na compra e venda de imóveis

Escritura

A escritura é o título de propriedade de um imóvel e precisa estar registrada no Registro de Imóveis competente, para que possa ter valor contra terceiros. Trata-se do 1º e mais importante documento a ser apresentado por uma pessoa que pretende vender um imóvel e nela estão todos os detalhes da aquisição realizada pelo vendedor, importantes para quem agora está comprando. 

É através de uma escritura que  alguém transmite um bem imóvel a outra pessoa. O vendedor tem que apresentar a escritura de aquisição do imóvel, registrada e regularizada.

Certidão de Ônus Reais ou vintenária

É a certidão mais importante para se realizar a compra de um imóvel. Nela contém todo histórico do imóvel e confirma em nome de quem ele está realmente registrado, no caso, o proprietário. Em determinadas situações, pode-se solicitar a certidão vintenária de ônus reais. Esta, apresenta o histórico do imóvel nos últimos 20 anos. Os bancos costumam pedir esta certidão vintenária quando financiam um imóvel ao consumidor. Estas certidões devem ser requeridas no R.G.I, com o endereço ou número de registro que consta na matrícula do imóvel no Registro de Imóveis da circunscrição ou comarca a que ele pertence ao imóvel e são válida por 30 dias.

Certidões pessoais

As certidões pessoais devem ser solicitadas em nome dos vendedores e compradores, na comarca onde está situado o imóvel e na comarca onde eles residam, caso sejam em cidades diferentes. Tais certidões são as seguintes:

Ofícios de registro de interdições e tutelas

Certidão 1° e 2° Ofícios de Registro

Indicam se os vendedores do imóvel não perderam seus direitos civis, ou seja, se são realmente capazes.

Ofícios de registro de distribuição

Certidões dos 1°, 2° , 3° e 4° Ofícios de Distribuição

Essas certidões servem para saber se há ações cíveis contra os vendedores do imóvel.

Certidões do 5° e 6° Ofícios do Registro de Propriedade

Estas certidões são solicitadas normalmente em financiamento bancário. Servem para verificar se existem outros imóveis registrados em nome dos compradores.

Certidão do 7° Ofício de Distribuição (Protestos de títulos e cheques)

Serve para verificar se existem pendências financeiras contra o vendedor. Não é uma certidão obrigatória para a realização de uma escritura, mas os bancos e alguns compradores exigem a sua obtenção.

Certidões do 9° Ofício de Distribuição

Essa certidão, tem o objetivo de levantar se há algum procedimento judicial ou estadual contra o imóvel ou contra o vendedor.

Certidões de Justiça Federal

A certidão da Justiça Federal, serve para saber se há algum procedimento judicial federal contra o proprietário do imóvel.

Certidão de Tributos Federais e da Dívida Ativa da União

Esta certidão mostra se o vendedor está em dia com o pagamento de impostos devidos à União Federal. Ela é obtida pela Internet, com o número do CPF do vendedor, no site da Receita Federal.

Caso não consiga ser emitida, a escritura não pode ser lavrada e o imóvel não poderá ser vendido.

Certidão de FUNESBOM (Bombeiros)

Serve para verificar se existem débitos referentes à Taxa de Incêndio na FUNESBOM (Fundo Especial do Corpo de Bombeiros). Está certidão normalmente é solicitada pela Internet, a partir do número da inscrição do imóvel na FUNESBOM, que poderá ser obtido através do número de inscrição do imóvel no IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano).

Certidão de feitos trabalhistas

Uma certidão expedida pela Justiça Trabalhista, que indica se existem processos de reclamações trabalhistas contra o vendedor.

Certidão de Situação Fiscal e Enfitêutica

Esta certidão serve para saber se o imóvel tem algum débito no IPTU e para saber se o imóvel é foreiro. O documento é solicitado com o endereço do imóvel ou inscrição do IPTU na Prefeitura Municipal da sua cidade. Em algumas cidades, como o Rio de Janeiro, também poderá ser obtida pela Internet no site da Prefeitura.

Laudêmio

Na compra de imóveis foreiros, é obrigatório o pagamento do  laudêmio. Os imóveis podem ser foreiros a diversas instituições, tais como a União Federal, ao Estado, ao Município, a Igreja, a Família Real, etc.. A forma mais prática de se verificar se um imóvel é foreiro ou não, é através da certidão de ônus reais.

O  valor do laudêmio varia entre 2,5% e 5% do preço de venda ou do valor estabelecido pela entidade que o arrecada. No caso da União, quem controla, emite a guia e coordena o assunto é o SPU (Serviço de Patrimônio da União).

Quitação Condominial

O proprietário deve apresentar a declaração fornecida pelo síndico ou pela Administradora do imóvel, comprovando que ele se encontra em dia para com as cotas do condomínio e demais obrigações condominiais.

I.T.B.I (imposto de Transmissão de Bens Imóveis)

E por fim, após a verificação de todos os documentos e certidões, o comprador deve processar a guia do ITBI e seu pagamento, que corresponde a 2% do valor da compra ou do valor de avaliação estabelecido pela Prefeitura, o que for maior. Este imposto deverá ser pago em dinheiro ou em cheque administrativo.

Compre seu imóvel com segurança e transparência.

Corretor: André Costa
Creci-DF: 20.649
Fone (claro/Whatsapp) 61 9292-3340
E-mail: costa0001@hotmail.com

Fonte: http://corretorvip.com.br

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Preço de imóveis cai 1,1% no DF e anima mercado imobiliário.



O mercado imobiliário passa por um momento favorável para quem pretende adquirir um bem. Segundo a pesquisa Fipezap, que analisa a cotação do metro quadrado em 20 cidades brasileiras, houve desaceleração no aumento de preços pelo nono mês consecutivo. Em agosto, o índice Fipezap ficou em 0,68%. Em 12 meses, a variação fechou em 9,9%, pela primeira vez abaixo dos 10% desde a criação do indicador, em 2012.

No Distrito Federal, houve queda de 1,1% nos preços em 12 meses, e a situação anima representantes do setor. “O diretor executivo da Apex Engenharia, Eduardo Aroeira, acredita que o reaquecimento do mercado já pode ser percebido: “Realmente, as vendas já estão melhores que há três meses, e a preferência é por imóveis já prontos para morar”, contou.

Mesmo com a queda, o valor do metro quadrado em Brasília é o terceiro mais caro do país, R$ 8.084, atrás apenas do Rio de Janeiro e de São Paulo, R$ 10.749 e R$ 8.243, respectivamente. Mas até setembro de 2012, a situação era outra, Brasília encabeçava a lista. Conforme explicou o economista da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), Bruno Oliva, o aumento do número de jovens adultos que formaram família entre 2011 e 2012, o mercado de trabalho aquecido, os juros mais baixos e os prazos mais longos impulsionaram as vendas, e a demanda foi controlada pela alta dos preços. Agora, com a situação não tão favorável, os preços, segundo Oliva, começam a se estabilizar na faixa da inflação.

Marco Antonio Dimartini, diretor da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-DF) e da Imobiliária Lopes Royal, está otimista com a queda de preços no DF, já que o estoque está alto e a redução facilitará as vendas. “Entre 2008 e 2011, vimos um período de negócios muito acelerado. Tivemos muitos compradores, gente que adquiria para morar, para investir ou para especular no mercado, esperando ganho alto e rápido na revenda. Mas isso não aconteceu e desestabilizou o cenário.” De acordo com ele, várias unidades foram devolvidas no período, o estoque cresceu muito, e os valores tiveram que cair.





Fonte:correio braziliense, http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/economia/2014/09/04/internas_economia,445473/preco-de-imoveis-cai-1-1-no-df-e-anima-mercado-imobiliario.shtml

Saiba como conquistar a casa própria; veja passo a passo.


 As notícias para quem está planejando realizar o sonho da casa própria este ano não têm sido animadoras … Os bancos aumentaram os juros, a Caixa reduziu o percentual de financiamento para usados (agora só financia 50% do valor total do imóvel e vai reduzir em 20% o percentual de recursos destinados à habitação) e a construção civil tem lançado cada vez menos imóveis.

“As pessoas têm postergado um pouco mais a decisão de compra. Mas, acredito que essa postura  é um equívoco. O momento do mercado está mais fácil para o comprador do que para o vendedor, que tem feito ofertas e  descontos cada vez mais agressivos”, explica Azevedo que também está à frente da Ello Imóveis. Azevedo pondera que quem não comprar agora na esperança de ter preços menores pode se decepcionar.
“Não vai haver redução no preço. Os imóveis seguem se valorizando, apesar de ter um ritmo mais lento. O consumidor deve aproveitar essa tendência de mercado e comprar o imóvel, pois pode haver mais dificuldades econômicas que tornem mais difíceis ainda as condicoes oferecidas pelos agentes financeiros”, defende o dirigente da Ademi-BA.
É preciso ter cautela – ou até mesmo adiar o sonho –  em novas aquisições, mas, para quem a compra é inevitável, o CORREIO preparou um passo a passo para você não se perder das armadilhas do mercado.
A funcionária pública Valéria Sousa se viu nesse labirinto pela compra de um imóvel novo no início deste mês. “Fiquei completamente desnorteada, perdida mesmo, quando soube que a Caixa tinha reduzido as taxas de financiamento e aumentado os juros.  O dinheiro que eu tinha reservado para a entrada não é mais suficiente. Agora vou ter que esperar mais e viver por pelo menos mais um ano no aluguel”, diz.
O educador financeiro Paulo Santana explica que o caminho está mais difícil, mas não pode ser considerado impossível. “Sem dúvida, está mais complicado e o caminho agora – mais do que nunca – é focar no ajuste da compra do imóvel com o seu orçamento. Tem que fazer conta e barganhar descontos com os vendedores dos imóveis pretendidos. A mesma regra vale para quem quer comprar imóveis novos”, diz.
A dica de Santana faz todo sentido. Segundo pesquisa Fipe e um portal imobiliário, divulgada na última quinta-feira (20), o percentual médio de desconto recebido pelas pessoas que compraram imóveis nos últimos 12 meses atingiu em março seu maior nível desde 2013. O índice registrado foi de 7,5%, o maior resultado desde o início da série histórica da pesquisa. Ou seja, vale pechinchar.
Para a presidente do Sindicato dos Corretores de Imóveis do Estado da Bahia, Eliene Freitas, o ano de 2015 tem sido difícil para quem não tem reserva para comprar um imóvel à vista, por exemplo.

oportunidade pelo fato que tem havido um ajuste no preço”, explica. Eliene destaca que a  recessão tem atingido tanto o segmento de venda quanto o de aluguel. “Está ruim para todos os setores”.
Diretor comercial da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário da Bahia (Ademi-BA),  José Azevedo Filho,  indica que, na Bahia, entre os meses de janeiro e fevereiro, houve uma redução média de 30% no volume de vendas.
“As pessoas têm postergado um pouco mais a decisão de compra. Mas, acredito que essa postura  é um equívoco. O momento do mercado está mais fácil para o comprador do que para o vendedor, que tem feito ofertas e  descontos cada vez mais agressivos”, explica Azevedo que também está à frente da Ello Imóveis. Azevedo pondera que quem não comprar agora na esperança de ter preços menores pode se decepcionar.
“Não vai haver redução no preço. Os imóveis seguem se valorizando, apesar de ter um ritmo mais lento. O consumidor deve aproveitar essa tendência de mercado e comprar o imóvel, pois pode haver mais dificuldades econômicas que tornem mais difíceis ainda as condicoes oferecidas pelos agentes financeiros”, defende o dirigente da Ademi-BA.
Alternativas
Com mais de 20 anos de atuação na área imobiliária,  o corretor de imóveis  Márcio Bulhões, da M2B Imóveis, explica que  o interessado em uma casa nova  precisa buscar alternativas para a compra do imóvel. “O menos complicado nesse movimento seria adquirir um consórcio imobiliário, o que pode ser feito nos principais bancos. Tem que torcer para ser contemplado pelo sorteio ou fazer o aporte em lance”, argumenta Márcio, que tem percebido uma redução de até 15% no volume de negócios este ano comparando com o mesmo período de 2014.
Bulhões ressalta que o comprador não deve ficar restrito só a fazer o financiamento na Caixa Econômica, que detém 65% dos contratos imobiliários do país.
“Os bancos privados, hoje, estão mais competitivos muitas vezes do que os bancos públicos como por exemplo a Caixa. Hoje, a Caixa só financia 50%, em março era 80% e em fevereiro era 90%. Os privados financiam até 70%”, destaca Márcio, lembrando que o FGTS deve ser usado para ajudar na entrada.
Fonte: Correio 24 horas http://noticias.wimoveis.com.br/saiba-como-conquistar-a-casa-propria-veja-passo-a-passo/#prettyPhoto

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Preços dos imóveis do país tendem a aumentar, avalia Fiemg

Imóveis em construção: Vice-presidente da Federação das Indústrias de Minas Gerais diz que momento é bom para compra


BH - O vice-presidente da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg) e presidente da Câmara da Indústria da Construção (CIC/Fiemg), Teodomiro Diniz Camargos, afirmou que os preços dos imóveis no País tendem a aumentar neste ano, mesmo diante de uma fraca demanda.
Segundo ele, os custos de produção (insumos, mão de obra e terrenos) não vão arrefecer e as construtoras terão que repassar esse aumento de custos para os imóveis, para preservar margens que já estão "apertadas".
"Os preços, faz um tempo, estão estagnados e os lançamentos parados. É impensável falarmos em queda de valores, porque os custos estão subindo. A tendência é de aumento", disse em coletiva de imprensa na semana passada para o lançamento do Minascon/Construir Minas 2015, a ser realizado entre os dias 24 e 27 de junho, na capital mineira.
Camargos também comentou que esse é o momento ideal para se comprar imóveis, já que ainda há estoque e os repasses de custos ainda não foram feitos.
O vice-presidente da Fiemg afirmou que o envolvimento das grandes construtoras no País em esquemas de corrupção que estão sendo investigadas pela Operação Lava Jato atrapalha o desempenho do setor. "As grandes acabam passando seus projetos para as pequenas e médias empresas, que acabam postergando os seus", explicou.
Conforme dados apresentados pelo especialista, com base em informações da Fundação João Pinheiro, órgão ligado ao governo estadual, o Produto Interno Bruto (PIB) da construção civil em Minas Gerais retraiu 4,9% em 2014.
"Para 2015, estamos caminhando para o segundo ano negativo. Mas a queda do PIB do segmento mineiro não será maior do que o nacional. Devemos acompanhar o País", afirmou.
Conforme projeções da Fundação Getúlio Vargas (FGV), o PIB da construção civil deve recuar 5,5% em 2015 ante 2014. No ano passado ante 2013, a retração foi de 2,6%. O desempenho pior em Minas do que no Brasil foi justificado, em parte, pelo especialista, pela utilização de metodologias diferentes.
O mau desempenho está sendo refletido na geração de empregos. De acordo com o executivo, com base em dados do Caged, no primeiro trimestre, o Estado demitiu 2.131 no setor (saldo líquido) ante contratação de 16.591 pessoas do mesmo período do ano passado. Em março de 2015, Minas Gerais tinha 359.876 trabalhadores da construção civil com carteira assinada, ante 361.466 de dezembro de 2014.
Ainda para este ano, Camargos não espera o lançamento do Minha Casa Minha Vida 3. Para ele, a aprovação do pacote de ajuste fiscal e a sanção da nova lei da terceirização podem dar um viés positivo ao setor, minimizando a performance ruim esperada para o ano.
"Uma solução para que se retome os investimentos em infraestrutura é a realização intensa de Parcerias Público-Privadas (PPPs). Mas o setor precisa vencer questões burocráticas, legislações urbanas e trabalhistas ineficientes, falta de mão de obra qualificada e avançar em programas de requalificação urbana", ressaltou.
Confiança e Minascon
A Fiemg também na semana passada o Índice de Confiança do empresário mineiro da construção (ICEICON-MG). Em abril, o indicador ficou em 31 pontos, queda de um ponto ante fevereiro (32 pontos) e menor do que o indicador nacional que ficou em 39,2 pontos.
Na comparação com abril de 2014, o índice diminuiu 15,2 pontos. Esse foi o 13º mês consecutivo no qual o ICEICON-MG apareceu abaixo da linha dos 50 pontos e registrando novo recorde de menor patamar da série histórica iniciada em janeiro de 2010.
Sobre o Minascon/Construir Minas 2015, o vice-presidente da Fiemg informou que, por conta da crise atual, espera-se o mesmo volume financeiro e visitantes obtidos na edição do ano passado, de R$ 100 milhões em negócios e cerca de 30 mil pessoas circulando no evento.

Publicado pela Exame dia 10/05/2015 17:12 pela Suzana Inhesta, do Estadão Conteúdo no endereço: http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/noticias/precos-dos-imoveis-do-pais-tendem-a-aumentar-avalia-fiemg

A vez do investidor tradicional no mercado imobiliário

Se você é investidor tradicional, pode comemorar. Isso porque o mercado imobiliário está com cenário favorável para esse perfil, que consegue negociar imóveis com redução de preço. O que é consequência das mudanças nas regras de financiamento dos imóveis pelos bancos públicos e da desaceleração do mercado imobiliário.


“A cada dia a procura do investidor por imóveis aumenta. Somando valorização e localização, a rentabilidade é superior a outros negócios”, afirma Delano Belchior, diretor comercial da Alessandro Belchior. Entre as atividades da imobiliária está a administração de locação de imóveis para 80% dos seus clientes.
“Hoje o investidor busca rentabilidade mínima de locação de 1,2% em cima do valor venal do imóvel”, avalia, afirmando que a procura por unidades comerciais é maior em virtude da rentabilidade superior a dos residências, que oferecem 0,4%. A maior procura é por pontos comerciais espalhados pelos corredores de atividades de grandes avenidas da cidade.
Além disso, assim como qualquer investimento, deve-se ter um mixe diferenciado de produtos. “No mercado, existem investidores de curto prazo, que compram terreno e participam do negócio junto com a construtora, às vezes como sócio ou apenas parceiro”. É comum não receberem dinheiro pela propriedade comercializada e sim unidades de apartamentos. E também os de longo prazo, que adquirem imóveis e esperam a valorização no futuro.

Cautela
Para Rodrigo Mota da Costa, proprietário da Mota da Costa Imobiliária, o mercado está para investidores capitalizados e cautelosos. “Acabou a euforia. As pessoas estão em dúvida em relação ao futuro econômico”. Nos últimos seis meses, dobrou a procura por parte de investidores que buscam negócios acima de R$ 1 milhão.

Portanto, o investidor capitalizado compra, muitas vezes na planta, e espera o melhor momento para venda. “O interessante é ganhar dinheiro”. Seus clientes buscam o mais barato, independentemente do tipo de imóvel.

Para Bertrand Girão, coordenador de vendas da César Rêgo, no último ano, o mercado acabou para o cliente especulador e aventureiro. “Prevalece o investidor tradicional para locação ou patrimônio que quer segurança na sua aplicação”. O que conta na hora de investir é localização, projeto e idoneidade da construtora.
Matéria públicada pelo jornal O Povo em 13/05/2015 no endereço: http://www.opovo.com.br/app/opovo/imoveis/2015/05/13/notimoveis,3436861/a-vez-do-investidor-tradional-no-mercado-imobiliario.shtml

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Temer descarta risco de uma bolha imobiliária no Brasil

O vice-presidente Michel Temer (PMDB)Em sua visita a Portugal, Temer se reuniu com o primeiro-ministro, o conservador Pedro Passos Coelho


Michel Temer: vice-presidente afirmou que protestos "não assustaram" o governo, mas intensificaram as medidas para impulsionar a ascensão social







Lisboa - O vice-presidente Michel Temer afirmou nesta segunda-feira que o país não enfrenta o risco de uma bolha imobiliária apesar da alta dos preços no mercado brasileiro, durante visita oficial a Portugal.

Temer considerou que o bom desempenho econômico do Brasil diminui o impacto possível desse cenário, apesar de alguns analistas alertarem sobre a alta da especulação no mercado imobiliário como consequência da organização dos Jogos Olímpicos em 2016 e da Copa do Mundo em 2014.
"Não há risco de bolha imobiliária", afirmou, antes de acompanhar o lançamento de um livro comemorativo sobre um ano de promoção cultural entre Portugal e Brasil.
Em lugar de riscos, há sintomas positivos na economia, como uma baixa taxa de desemprego, "próxima ao pleno emprego", que ficou em agosto em 5,3%, e uma inflação de 5,8 % para este ano, dois décimos a menos que o previsto para junho.
"Como vai haver problema na economia se o desemprego está diminuindo? Temos as preocupações naturais de manter um bom governo no que se refere à economia", defendeu.
Segundo os últimos dados do Banco Central, a economia crescerá 2,5% este ano, dois décimos a menos que a estimativa de junho.
Como parte de sua visita a Portugal, Temer se reuniu com o primeiro-ministro, o conservador Pedro Passos Coelho. Eles conversaram sobre o processo de privatizações de empresas públicas.
Fonte: http://exame.abril.com.br/economia/noticias/temer-descarta-risco-de-uma-bolha-imobiliaria-no-brasi
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terça-feira, 1 de outubro de 2013

AS 8 CHAVES PARA O SUCESSO DO CORRETOR DE IMÓVEIS

Eu acho que o corretor de imóveis já me conhece o suficiente para saber que sempre procuro causar alguma reflexão positiva na mente das pessoas. E para não fugir desta conduta, resolvi dividir com você um pouco dos ensinamentos de Carlos Wizard Martins, um líder empreendedor que me inspira constantemente e que também pode inspirar você.
“Toda pessoa passa por um momento de autodefinição. Algumas, ainda na adolescência, conseguem descobrir seu talento; outras se encontram na faculdade; e algumas quando já estão atuando na profissão.”
Wizard defende que o segredo do sucesso está na combinação entre muita transpiração, um toque de inspiração e a escolha do nicho certo. Exatamente o que umcorretor de imóveis vive diariamente em sua jornada profissional. Além disso, ele explica que toda pessoa que vence passa por um período chamado de “o abismo do fracasso”, onde o empreendedor amadurece trabalhando suas potencialidades e limitações.
O objetivo do artigo é mostrar ao corretor de imóveis que existe um caminho a ser desbravado com muita transpiração, inspiração e posicionamento adequado. Um caminho que precisa ser percorrido antes de deixarmos o “abismo do fracasso” e nos projetarmos em um novo momento de vida, tanto no aspecto profissional quanto financeiro.
Para tangibilizar este caminho, eu tomei a liberdade de pesquisar os principais pontos que o corretor de imóveis deve trabalhar para se projetar em uma carreira promissora, o que me levou a perceber que devemos abrir oito portas antes de alcançar o tão desejado sucesso.
Contudo, para abrir essas portas precisamos ter a chave de cada uma delas. Então vejamos quais são as chaves que devemos conquistar:

Chave 1: sonhe acordado

Tome o cuidado necessário para sempre ter os pés no chão e a mente nas estrelas, porém, ao manter sua mente nas estrelas saiba que está buscando renovação. Acredite em seu projeto e estabeleça um ciclo de sucesso para nortear seus passos.
Mantenha-se sempre comprometido com suas tarefas atuais, mas nunca se acomode e deixe de procurar novos caminhos. A grande sacada é saber construir uma ponte para ligar o lugar onde você está ao lugar onde você quer chegar.

Chave 2: zere seu passado

Dívidas antigas precisam ser finalizadas, pois elas podem prejudicar seu futuro financeiro. Não deixe seu empreendimento profissional ser prejudicado por amarras financeiras.
corretor de imóveis pode sentir na pele uma grande oportunidade escapar porque não conseguiu imprimir um ritmo intenso. E muitas vezes este ritmo deixou de ser intenso porque uma dívida limitou os investimentos necessários.

Chave 3: deseje empreender para enriquecer

Esqueça a ideia de que dinheiro traz mais dinheiro. O que realmente torna uma pessoa próspera é o desejo e a capacidade de empreender, aliados à razão e espírito nutridos de pensamentos positivos.
Quando empreendemos somente por dinheiro, nossa rotina vira um fardo sem prazer e satisfação. Você precisa acreditar no que faz e, principalmente, amar o que faz.

Chave 4: acredite na origem da vida

Quando a pessoa estabelece uma conexão com sua origem divina, ela desenvolve forças para não desistir de caminhar em busca de seus sonhos. Ouça a sua voz interior e concentre-se em suas potencialidades.
Se você acredita que não está sozinho e que existe um universo que conspira a seu favor, tudo vai se tornar mais promissor à medida que você se apoiar nisso.

Chave 5: guarde cada tostão para guardar o milhão

Quem deseja prosperar deve aprender a guardar e acumular para que o dinheiro se multiplique. Nunca esqueça que, para prosperar, parte dos ganhos deverão ser destinados à construção de seu patrimônio futuro.
Mais importante que ganhar é saber guardar. Uma premissa que vejo ser esquecida por muitos corretores de imóveis quando recebem suas comissões.

Chave 6: determine quanto quer ter

As atividades que realizamos indicam exatamente o valor da remuneração que recebemos. Desafie-se a aumentá-la, pois isso motivará você a buscar qualificação e desenhar novas estratégias.
Sempre costumo dizer que os números regem o mundo. Falo isso porque quando quantificamos um sonho podemos avaliar com mais clareza se estamos progredindo ou regredindo.

Chave 7: cresça e multiplique

Monte uma equipe de talentos e transforme o seu sonho individual em um projeto coletivo. O verdadeiro sucesso acontece quando você for capaz de auxiliar outras pessoas a terem sucesso também.
É preciso dividir para multiplicar sua experiência na vida de outras pessoas. A forma ideal de construir uma reputação financeira e social.

Chave 8: observe e permita

Para alcançar o sucesso é preciso estar com todos os sentidos bem aguçados e observar o que está acontecendo à sua volta. A capacidade de reagir e superar seus medos e desafios vem da oportunidade de identificá-los e combatê-los a todo momento.
Permita que as pessoas se aproximem de você e procure entendê-las. O grande erro é achar que podemos ser os donos da verdade e que todos devem seguir nossos passos e acatar nossos posicionamentos.

por Marcel Sampaio
Fonte:http://www.marcelsampaio.com/empreendedorismo/as-8-chaves-para-o-sucesso-do-corretor-de-imoveis/

10 motivos para não ser corretor de imóveis

Hoje, lendo um artigo sobre empreendedorismo no Webinsider que fala sobre sinais falsos de empreendedorismo, me dei conta que aquilo ali era muito similar a realidade de milhares de pessoas que pensam que vão encontrar na profissão de corretor de imóveis uma vida profissional fácil com mais bônus do que ônus.
Estes sinais, as falsas motivações (lê-se: ilusões), para alguém tornar-se um empreendedor são as mesmas para o nosso mercado, pois todo corretor é um empreendedor de si mesmo, da sua equipe ou imobiliária.
Por isto, estou aqui, “traduzindo” estes sinais apontados por Leandro Ramos no Webinsider, para o contexto do mercado imobiliário.
Mas um aviso urgente antes de você, que já é corretor, ler isto!
VOCÊ É O CARA! E SABE DISSO, pois vive esta rotina dura que só um verdadeiro campeão pode suportar e superar. Abdica de muito e batalha a cada instante pelo sucesso e, talvez ainda não tenha alcançado algo que se possa chamar de plenitude, mas se continuar firme, consciente, positivo e forte, esta será sua redenção.
Agora pode ler. ;)

10-motivos-para-nao-ser-corretor-de-imoveis-blog
1. Detesto minha empresa
Por si só, esta não é razão para alçar voo como corretor de imóveis. Se não está contente com sua atual condição, troque de empresa. Se você acha que vai encontrar no mercado imobiliário a paz profissional que imagina: pare e pense antes de cruzar os trilhos. A realidade é uma maria-fumaça impiedosa e é preciso muita calma – e talento -para atravessar os primeiros momentos como corretor e alcançar a primeira venda. Lembre-se que são RARAS as imobiliárias que trabalham com salário fixo para corretores.

2. Odeio meu chefe
Assim como no caso da empresa, troque de chefe – ou de empresa. Se você acredita que tornar-se chefe de si mesmo será mais fácil que gerenciar seu relacionamento com outro superior é mais fácil, engana-se. Até mesmo porque se você for trabalhar em uma imobiliária, terá um chefe também e pode ser a mesma coisa (mas unido com as intempéries do dia-a-dia do corretor).

3. Ter mais tempo livre
A principal das utopias. Você terá todo o tempo livre e nenhum tempo livre. Estará sempre com seu celular no bolso apto a receber a ligação de um cliente ou do seu “novo chefe”. Além do mais, você muitas vezes terá de adequar o horário de uma visita ao tempo livre do seu cliente e isto pode ser no domingo ao meio-dia ou na segunda-feiras às 6h30mim. E não se atrase!

4. Ganhar mais dinheiro ou ainda ficar rico
Comissões! Comissões! 6% em cima do imóvel de 500 mil reais! Que luxo. Até você entender a realidade do mercado que você vende um imóvel agora e outro daqui há três meses e que neste meio tempo vai ralar muito e fazer aquela parceria com o posto de gasolina com dinheiro, muitas vezes, do seu próprio bolso. E alguém falou em 6%? Na maioria das vezes não, exceto se você trabalhar sozinho, já que nestes 6% tem a parte do dono da imobiliária, do seu gestor e do captador. Outro ponto é que, até você pegar o “jeito” do mercado e a técnica de venda ideal, você terá que lidar com este vai e vem econômico e emocional.

5. Ter horários flexíveis
Assim como o tempo livre, você tem toda a flexibilidade. Até que o telefone toca. É como a vida de um médico que “trabalha pouco”, mas fica sempre pendurado. Una esta pseudo-flexibilidade com períodos de instabilidade econômica e você verá que as vezes o domingo no parque vai ser substituído pelo domingo de plantão. Sem falar das reuniões para alinhar estratégias com a equipe e os quase obrigatórios coquetéis de lançamento de empreendimentos e treinamentos das incorporadoras sobre o produto deles.

6. Querer provar algo
Orgulho e vaidade nunca foram um bom ponto de partida para tomada de decisões. Se você quer “mudar de vida” para provar, para si ou qualquer outra pessoa, que tem tempo e dinheiro de sobra, que é “dono de si mesmo” ou qualquer outro “motivo”, não vá para a corretagem pois você pode não conseguir provar nada e perder muito com isto.

7. Estar desempregado
Sem a devida força e alguma reserva, tornar-se corretor de imóveis somente por estar desempregado não será a melhor ideia. Nem sempre a venda sai de primeira (quase nunca) e você poderá passar algum tempo investindo tempo e dinheiro sem o equilíbrio emocional e planejamento necessário para este novo caminho.

8. Fazer o que que gosta
É um bom motivo realmente! Mas busque saber mais sobre a rotina, as dificuldades e os benefícios de ser um corretor de imóveis. Vá até uma imobiliária e converse com um. Assim você sera capaz de ponderar se o “que eu gosto” é capaz de me dar prazer e retorno quando isto vira rotina.

9. Só pensar em estratégia
Cansado de seguir ordens e quer definir seus próprios objetivos e rumos? Ótimo! Tem pique para coordenar toda a sua rotina de atendimentos e decidir qual o cliente vale mais a pena e correr atrás de um atendimento diferenciado para ele?

10. Seguir a moda
Virar seu próprio “patrão” está na moda. Empreender está na moda. Assim como ser corretor de imóveis, autônomo ou não, e seus horários flexíveis, comissões fartas e mercado aquecido. Tudo fica mais bonito quando descobre que seu amigo faturou 15 mil reais numa venda. Quem não quer, não é? Mas não se baseie somente em casos de sucesso e busque entender a realidade do mercado e de seus profissionais.

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11. Já sou corretor, e agora?
Meu amigo! Mantenha a cabeça erguida, a espinha ereta, a mente calma e foco no cliente. Estude muito sobre seus imóveis, sobre seus clientes, sobre técnicas de vendas, tecnologias que ponde lhe ajudar a vender mais e atender melhor, e esteja sempre bem informado sobre o que passa no mundo e na sua cidade (de notícias gerais mesmo – é sempre bom pra manter a conversa com o cliente).
Você sabe que precisa ser emocionalmente equilibrado e ter um bom planejamento financeiro pessoal e/ou com sua família. Corretores de imóveis precisam ser, por natureza, resilientes, ou seja, suportar grandes tensões sem “romper-se”, sem perder as rédeas de si. E assim, com o tempo e a maturidade profissional, sempre se conquista uma estabilidade, uma boa carteira de clientes e o sucesso tão esperado.
"Fonte:http://www.vivareal.com.br/gurudocorretor/10-motivos-para-nao-ser-corretor-de-imoveis/"

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

O Novo centro clinico Vitrium em destaque na mídia.

O Vitrium foi destaque em matéria do Jornal da Comunidade deste fim de semana sobre a migração de hospitais e centros clínicos para outras áreas em Brasília além dos Setores Hospitalares Norte e Sul. Segue cópia da matéria.

O empreendimento, seus diferenciais, sua localização, e uma entrevista com o diretor de incorporações Cesar Durão foram evidenciados.

CLIQUE NA IMAGEM PARA VER EM TAMANHO GRANDE
Neste Empreendimento temos consultórios com os melhores preços do mercado
acesse o link a seguir para ver uma apresentação completa.