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terça-feira, 6 de outubro de 2015

Você sabe quais documentos você precisa para vender um imóvel?

Corretor: André Costa
Creci-DF: 20.649
Fone (claro/Whatsapp) 61 9292-3340
E-mail: costa0001@hotmail.com

Todo corretor de imóveis tem a obrigação de saber toda a documentação inclusa em uma negociação de compra e venda para informar aos seus clientes.

É considerado responsabilidade do corretor de imóveis conhecer o procedimento para se lavrar uma escritura, seja ela um definitiva de compra e venda ou uma promessa. Caso o corretor não saiba todo o processo de documentação e alguma irregularidade surgir, a responsabilidade pode ser legalmente dele. Por isso, atenção  na hora de fechar uma venda!

Mesmo alguns corretores afirmando que podem existir terceiros para esse tipo de trabalho, faz parte da função do corretor de imóveis saber qual é a documentação necessária para solicitar aos seus clientes.

Faça com que o cliente se sinta mais seguro em realizar o fechamento da venda com você. Seja transparente e demostre o seu conhecimento sobre toda a documentação para realizar a venda do imóvel.

 

Documentação necessária para a legalização na compra e venda de imóveis

Escritura

A escritura é o título de propriedade de um imóvel e precisa estar registrada no Registro de Imóveis competente, para que possa ter valor contra terceiros. Trata-se do 1º e mais importante documento a ser apresentado por uma pessoa que pretende vender um imóvel e nela estão todos os detalhes da aquisição realizada pelo vendedor, importantes para quem agora está comprando. 

É através de uma escritura que  alguém transmite um bem imóvel a outra pessoa. O vendedor tem que apresentar a escritura de aquisição do imóvel, registrada e regularizada.

Certidão de Ônus Reais ou vintenária

É a certidão mais importante para se realizar a compra de um imóvel. Nela contém todo histórico do imóvel e confirma em nome de quem ele está realmente registrado, no caso, o proprietário. Em determinadas situações, pode-se solicitar a certidão vintenária de ônus reais. Esta, apresenta o histórico do imóvel nos últimos 20 anos. Os bancos costumam pedir esta certidão vintenária quando financiam um imóvel ao consumidor. Estas certidões devem ser requeridas no R.G.I, com o endereço ou número de registro que consta na matrícula do imóvel no Registro de Imóveis da circunscrição ou comarca a que ele pertence ao imóvel e são válida por 30 dias.

Certidões pessoais

As certidões pessoais devem ser solicitadas em nome dos vendedores e compradores, na comarca onde está situado o imóvel e na comarca onde eles residam, caso sejam em cidades diferentes. Tais certidões são as seguintes:

Ofícios de registro de interdições e tutelas

Certidão 1° e 2° Ofícios de Registro

Indicam se os vendedores do imóvel não perderam seus direitos civis, ou seja, se são realmente capazes.

Ofícios de registro de distribuição

Certidões dos 1°, 2° , 3° e 4° Ofícios de Distribuição

Essas certidões servem para saber se há ações cíveis contra os vendedores do imóvel.

Certidões do 5° e 6° Ofícios do Registro de Propriedade

Estas certidões são solicitadas normalmente em financiamento bancário. Servem para verificar se existem outros imóveis registrados em nome dos compradores.

Certidão do 7° Ofício de Distribuição (Protestos de títulos e cheques)

Serve para verificar se existem pendências financeiras contra o vendedor. Não é uma certidão obrigatória para a realização de uma escritura, mas os bancos e alguns compradores exigem a sua obtenção.

Certidões do 9° Ofício de Distribuição

Essa certidão, tem o objetivo de levantar se há algum procedimento judicial ou estadual contra o imóvel ou contra o vendedor.

Certidões de Justiça Federal

A certidão da Justiça Federal, serve para saber se há algum procedimento judicial federal contra o proprietário do imóvel.

Certidão de Tributos Federais e da Dívida Ativa da União

Esta certidão mostra se o vendedor está em dia com o pagamento de impostos devidos à União Federal. Ela é obtida pela Internet, com o número do CPF do vendedor, no site da Receita Federal.

Caso não consiga ser emitida, a escritura não pode ser lavrada e o imóvel não poderá ser vendido.

Certidão de FUNESBOM (Bombeiros)

Serve para verificar se existem débitos referentes à Taxa de Incêndio na FUNESBOM (Fundo Especial do Corpo de Bombeiros). Está certidão normalmente é solicitada pela Internet, a partir do número da inscrição do imóvel na FUNESBOM, que poderá ser obtido através do número de inscrição do imóvel no IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano).

Certidão de feitos trabalhistas

Uma certidão expedida pela Justiça Trabalhista, que indica se existem processos de reclamações trabalhistas contra o vendedor.

Certidão de Situação Fiscal e Enfitêutica

Esta certidão serve para saber se o imóvel tem algum débito no IPTU e para saber se o imóvel é foreiro. O documento é solicitado com o endereço do imóvel ou inscrição do IPTU na Prefeitura Municipal da sua cidade. Em algumas cidades, como o Rio de Janeiro, também poderá ser obtida pela Internet no site da Prefeitura.

Laudêmio

Na compra de imóveis foreiros, é obrigatório o pagamento do  laudêmio. Os imóveis podem ser foreiros a diversas instituições, tais como a União Federal, ao Estado, ao Município, a Igreja, a Família Real, etc.. A forma mais prática de se verificar se um imóvel é foreiro ou não, é através da certidão de ônus reais.

O  valor do laudêmio varia entre 2,5% e 5% do preço de venda ou do valor estabelecido pela entidade que o arrecada. No caso da União, quem controla, emite a guia e coordena o assunto é o SPU (Serviço de Patrimônio da União).

Quitação Condominial

O proprietário deve apresentar a declaração fornecida pelo síndico ou pela Administradora do imóvel, comprovando que ele se encontra em dia para com as cotas do condomínio e demais obrigações condominiais.

I.T.B.I (imposto de Transmissão de Bens Imóveis)

E por fim, após a verificação de todos os documentos e certidões, o comprador deve processar a guia do ITBI e seu pagamento, que corresponde a 2% do valor da compra ou do valor de avaliação estabelecido pela Prefeitura, o que for maior. Este imposto deverá ser pago em dinheiro ou em cheque administrativo.

Compre seu imóvel com segurança e transparência.

Corretor: André Costa
Creci-DF: 20.649
Fone (claro/Whatsapp) 61 9292-3340
E-mail: costa0001@hotmail.com

Fonte: http://corretorvip.com.br

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Projeto para o Burle Marx começar a ser implantado a partir do mês que vem

Segundo promessa do presidente da Terracap haverá a construção de ciclovias, calçadas e quadras de esportes. Área aproveitada só não será maior por causa de imbróglio judicial



Desde 2012, com a inauguração do primeiro prédio no Noroeste, os moradores aguardam uma definição sobre o parque Burle Marx. Em meio a um impasse judicial (leia Entenda o caso), o governo encontrou uma medida paliativa para acalmar os ânimos daqueles que pedem a implantação do espaço de lazer. No próximo mês, a Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) vai apresentar à comunidade um projeto que prevê a construção de ciclovias, calçadas e quadras de esportes em uma área que corresponde a um terço do espaço total do parque, que é de 280 hectares. O projeto será discutido em audiência pública.

As obras do sistema viário do parque estavam suspensas pelo Tribunal de Contas do DF (TCDF) desde o ano passado, após auditoria constatar irregularidades na execução. De acordo com o relatório, R$ 10,7 milhões teriam sido desperdiçados na implantação da infraestrutura do parque. Para que o trabalho fosse concluído, a Terracap sugeriu ao TCDF anular o atual contrato e fazer uma nova licitação, mas apenas em uma parte da área destinada ao parque. A área onde há conflitos judiciais com a Associação de Pilotos de Ultraleves de Brasília (Apub) ficará de fora.

O projeto, que segundo a Terracap já está pronto, será apresentado à população em agosto deste ano. A comunidade poderá opinar sobre o documento e, se for aprovado, as obras começariam no mesmo mês. Até lá, o Instituto Brasília Ambiental (Ibram) deve criar e anunciar os integrantes do conselho do parque com representantes da sociedade e do governo. “Nós faremos a primeira reunião do conselho e a audiência para discutir o projeto. A ideia é fazer o edital de licitação logo em seguida. É um começo”, analisou o presidente da Terracap, Alexandre Navarro.

Fonte: Correio Braziliense: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2015/07/10/interna_cidadesdf,489698/projeto-para-o-burle-marx-comecar-a-ser-implantado-a-partir-do-mes-que-vem.shtml

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Preço de imóveis cai 1,1% no DF e anima mercado imobiliário.



O mercado imobiliário passa por um momento favorável para quem pretende adquirir um bem. Segundo a pesquisa Fipezap, que analisa a cotação do metro quadrado em 20 cidades brasileiras, houve desaceleração no aumento de preços pelo nono mês consecutivo. Em agosto, o índice Fipezap ficou em 0,68%. Em 12 meses, a variação fechou em 9,9%, pela primeira vez abaixo dos 10% desde a criação do indicador, em 2012.

No Distrito Federal, houve queda de 1,1% nos preços em 12 meses, e a situação anima representantes do setor. “O diretor executivo da Apex Engenharia, Eduardo Aroeira, acredita que o reaquecimento do mercado já pode ser percebido: “Realmente, as vendas já estão melhores que há três meses, e a preferência é por imóveis já prontos para morar”, contou.

Mesmo com a queda, o valor do metro quadrado em Brasília é o terceiro mais caro do país, R$ 8.084, atrás apenas do Rio de Janeiro e de São Paulo, R$ 10.749 e R$ 8.243, respectivamente. Mas até setembro de 2012, a situação era outra, Brasília encabeçava a lista. Conforme explicou o economista da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), Bruno Oliva, o aumento do número de jovens adultos que formaram família entre 2011 e 2012, o mercado de trabalho aquecido, os juros mais baixos e os prazos mais longos impulsionaram as vendas, e a demanda foi controlada pela alta dos preços. Agora, com a situação não tão favorável, os preços, segundo Oliva, começam a se estabilizar na faixa da inflação.

Marco Antonio Dimartini, diretor da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-DF) e da Imobiliária Lopes Royal, está otimista com a queda de preços no DF, já que o estoque está alto e a redução facilitará as vendas. “Entre 2008 e 2011, vimos um período de negócios muito acelerado. Tivemos muitos compradores, gente que adquiria para morar, para investir ou para especular no mercado, esperando ganho alto e rápido na revenda. Mas isso não aconteceu e desestabilizou o cenário.” De acordo com ele, várias unidades foram devolvidas no período, o estoque cresceu muito, e os valores tiveram que cair.





Fonte:correio braziliense, http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/economia/2014/09/04/internas_economia,445473/preco-de-imoveis-cai-1-1-no-df-e-anima-mercado-imobiliario.shtml

sexta-feira, 15 de maio de 2015

A vez do investidor tradicional no mercado imobiliário

Se você é investidor tradicional, pode comemorar. Isso porque o mercado imobiliário está com cenário favorável para esse perfil, que consegue negociar imóveis com redução de preço. O que é consequência das mudanças nas regras de financiamento dos imóveis pelos bancos públicos e da desaceleração do mercado imobiliário.


“A cada dia a procura do investidor por imóveis aumenta. Somando valorização e localização, a rentabilidade é superior a outros negócios”, afirma Delano Belchior, diretor comercial da Alessandro Belchior. Entre as atividades da imobiliária está a administração de locação de imóveis para 80% dos seus clientes.
“Hoje o investidor busca rentabilidade mínima de locação de 1,2% em cima do valor venal do imóvel”, avalia, afirmando que a procura por unidades comerciais é maior em virtude da rentabilidade superior a dos residências, que oferecem 0,4%. A maior procura é por pontos comerciais espalhados pelos corredores de atividades de grandes avenidas da cidade.
Além disso, assim como qualquer investimento, deve-se ter um mixe diferenciado de produtos. “No mercado, existem investidores de curto prazo, que compram terreno e participam do negócio junto com a construtora, às vezes como sócio ou apenas parceiro”. É comum não receberem dinheiro pela propriedade comercializada e sim unidades de apartamentos. E também os de longo prazo, que adquirem imóveis e esperam a valorização no futuro.

Cautela
Para Rodrigo Mota da Costa, proprietário da Mota da Costa Imobiliária, o mercado está para investidores capitalizados e cautelosos. “Acabou a euforia. As pessoas estão em dúvida em relação ao futuro econômico”. Nos últimos seis meses, dobrou a procura por parte de investidores que buscam negócios acima de R$ 1 milhão.

Portanto, o investidor capitalizado compra, muitas vezes na planta, e espera o melhor momento para venda. “O interessante é ganhar dinheiro”. Seus clientes buscam o mais barato, independentemente do tipo de imóvel.

Para Bertrand Girão, coordenador de vendas da César Rêgo, no último ano, o mercado acabou para o cliente especulador e aventureiro. “Prevalece o investidor tradicional para locação ou patrimônio que quer segurança na sua aplicação”. O que conta na hora de investir é localização, projeto e idoneidade da construtora.
Matéria públicada pelo jornal O Povo em 13/05/2015 no endereço: http://www.opovo.com.br/app/opovo/imoveis/2015/05/13/notimoveis,3436861/a-vez-do-investidor-tradional-no-mercado-imobiliario.shtml

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

CORRETORES: EXIJAM SEU DIREITO!!! RECEBIMENTO DA COMISSÃO DE CORRETAGEM



O presidente do Sindicato da Habitação do Distrito Federal (SECOVI/DF), Carlos Hiram Bentes David, afirma que a decisão do STJ é importante para a categoria uma vez que pacifica decisões divergentes até então, e reconhece a remuneração da empresa imobiliária ou do corretor na intermediação. “Mas para tal, recomendamos sempre o contrato prévio de opção para venda de imóvel onde se estabeleça a comissão da imobiliária contratada. É também recomendável, que as tratativas sejam documentadas através de termos de visita, cartas-proposta, e-mails e demais documentos contendo todas as fases de negociações para que se comprove o empenho e a eficácia do trabalho prestado”, alerta Hiram. A decisão do STJ vem ao encontro do reconhecimento cada vez maior pela sociedade da importância e profissionalismo da categoria.
Fonte:http://www.secovidf.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=562:corretores-exijam-seu-direito-recebimento-da-comissao-de-corretagem&catid=38:ultimas-noticias&Itemid=81