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terça-feira, 6 de outubro de 2015

Você sabe quais documentos você precisa para vender um imóvel?

Corretor: André Costa
Creci-DF: 20.649
Fone (claro/Whatsapp) 61 9292-3340
E-mail: costa0001@hotmail.com

Todo corretor de imóveis tem a obrigação de saber toda a documentação inclusa em uma negociação de compra e venda para informar aos seus clientes.

É considerado responsabilidade do corretor de imóveis conhecer o procedimento para se lavrar uma escritura, seja ela um definitiva de compra e venda ou uma promessa. Caso o corretor não saiba todo o processo de documentação e alguma irregularidade surgir, a responsabilidade pode ser legalmente dele. Por isso, atenção  na hora de fechar uma venda!

Mesmo alguns corretores afirmando que podem existir terceiros para esse tipo de trabalho, faz parte da função do corretor de imóveis saber qual é a documentação necessária para solicitar aos seus clientes.

Faça com que o cliente se sinta mais seguro em realizar o fechamento da venda com você. Seja transparente e demostre o seu conhecimento sobre toda a documentação para realizar a venda do imóvel.

 

Documentação necessária para a legalização na compra e venda de imóveis

Escritura

A escritura é o título de propriedade de um imóvel e precisa estar registrada no Registro de Imóveis competente, para que possa ter valor contra terceiros. Trata-se do 1º e mais importante documento a ser apresentado por uma pessoa que pretende vender um imóvel e nela estão todos os detalhes da aquisição realizada pelo vendedor, importantes para quem agora está comprando. 

É através de uma escritura que  alguém transmite um bem imóvel a outra pessoa. O vendedor tem que apresentar a escritura de aquisição do imóvel, registrada e regularizada.

Certidão de Ônus Reais ou vintenária

É a certidão mais importante para se realizar a compra de um imóvel. Nela contém todo histórico do imóvel e confirma em nome de quem ele está realmente registrado, no caso, o proprietário. Em determinadas situações, pode-se solicitar a certidão vintenária de ônus reais. Esta, apresenta o histórico do imóvel nos últimos 20 anos. Os bancos costumam pedir esta certidão vintenária quando financiam um imóvel ao consumidor. Estas certidões devem ser requeridas no R.G.I, com o endereço ou número de registro que consta na matrícula do imóvel no Registro de Imóveis da circunscrição ou comarca a que ele pertence ao imóvel e são válida por 30 dias.

Certidões pessoais

As certidões pessoais devem ser solicitadas em nome dos vendedores e compradores, na comarca onde está situado o imóvel e na comarca onde eles residam, caso sejam em cidades diferentes. Tais certidões são as seguintes:

Ofícios de registro de interdições e tutelas

Certidão 1° e 2° Ofícios de Registro

Indicam se os vendedores do imóvel não perderam seus direitos civis, ou seja, se são realmente capazes.

Ofícios de registro de distribuição

Certidões dos 1°, 2° , 3° e 4° Ofícios de Distribuição

Essas certidões servem para saber se há ações cíveis contra os vendedores do imóvel.

Certidões do 5° e 6° Ofícios do Registro de Propriedade

Estas certidões são solicitadas normalmente em financiamento bancário. Servem para verificar se existem outros imóveis registrados em nome dos compradores.

Certidão do 7° Ofício de Distribuição (Protestos de títulos e cheques)

Serve para verificar se existem pendências financeiras contra o vendedor. Não é uma certidão obrigatória para a realização de uma escritura, mas os bancos e alguns compradores exigem a sua obtenção.

Certidões do 9° Ofício de Distribuição

Essa certidão, tem o objetivo de levantar se há algum procedimento judicial ou estadual contra o imóvel ou contra o vendedor.

Certidões de Justiça Federal

A certidão da Justiça Federal, serve para saber se há algum procedimento judicial federal contra o proprietário do imóvel.

Certidão de Tributos Federais e da Dívida Ativa da União

Esta certidão mostra se o vendedor está em dia com o pagamento de impostos devidos à União Federal. Ela é obtida pela Internet, com o número do CPF do vendedor, no site da Receita Federal.

Caso não consiga ser emitida, a escritura não pode ser lavrada e o imóvel não poderá ser vendido.

Certidão de FUNESBOM (Bombeiros)

Serve para verificar se existem débitos referentes à Taxa de Incêndio na FUNESBOM (Fundo Especial do Corpo de Bombeiros). Está certidão normalmente é solicitada pela Internet, a partir do número da inscrição do imóvel na FUNESBOM, que poderá ser obtido através do número de inscrição do imóvel no IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano).

Certidão de feitos trabalhistas

Uma certidão expedida pela Justiça Trabalhista, que indica se existem processos de reclamações trabalhistas contra o vendedor.

Certidão de Situação Fiscal e Enfitêutica

Esta certidão serve para saber se o imóvel tem algum débito no IPTU e para saber se o imóvel é foreiro. O documento é solicitado com o endereço do imóvel ou inscrição do IPTU na Prefeitura Municipal da sua cidade. Em algumas cidades, como o Rio de Janeiro, também poderá ser obtida pela Internet no site da Prefeitura.

Laudêmio

Na compra de imóveis foreiros, é obrigatório o pagamento do  laudêmio. Os imóveis podem ser foreiros a diversas instituições, tais como a União Federal, ao Estado, ao Município, a Igreja, a Família Real, etc.. A forma mais prática de se verificar se um imóvel é foreiro ou não, é através da certidão de ônus reais.

O  valor do laudêmio varia entre 2,5% e 5% do preço de venda ou do valor estabelecido pela entidade que o arrecada. No caso da União, quem controla, emite a guia e coordena o assunto é o SPU (Serviço de Patrimônio da União).

Quitação Condominial

O proprietário deve apresentar a declaração fornecida pelo síndico ou pela Administradora do imóvel, comprovando que ele se encontra em dia para com as cotas do condomínio e demais obrigações condominiais.

I.T.B.I (imposto de Transmissão de Bens Imóveis)

E por fim, após a verificação de todos os documentos e certidões, o comprador deve processar a guia do ITBI e seu pagamento, que corresponde a 2% do valor da compra ou do valor de avaliação estabelecido pela Prefeitura, o que for maior. Este imposto deverá ser pago em dinheiro ou em cheque administrativo.

Compre seu imóvel com segurança e transparência.

Corretor: André Costa
Creci-DF: 20.649
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E-mail: costa0001@hotmail.com

Fonte: http://corretorvip.com.br

sábado, 30 de maio de 2015

As 10 leis do investimento em imóveis

1. O investimento em imóveis deve ser lucrativo

Investir em imóveis requer algum trabalho. Se você vai comprar imóveis, há o tempo dedicado para encontrar boas ofertas, para visitar os imóveis selecionados. Há o custo das ligações telefônicas para apurar os detalhes dos imóveis. Há o custo de tempo e dinheiro para visitar os imóveis mais interessantes e confirmar se realmente são tudo que pareciam ser no anúncio. Se vai construir, nem vou perder tempo listando a quantidade de trabalho que dá, você já deve saber disso.
Gerenciar o investimento em imóveis da trabalho. Devemos contar o custo deste trabalho e subtraí-lo dos lucros. Assim, se desejarmos terceirizar esta parte do negócio, porque investir em imóveis é um negócio como outro qualquer, devemos ser capazes de obter lucros mesmo pagando pessoas, funcionários ou empresas que cuidem do negócio de investimento em imóveis para nós.
Repetindo: devemos lucrar, mesmo pagando para alguém fazer o que não sabemos ou não queremos cuidar nós mesmos.

2. Investimentos são feitos com a cabeça, não com o coração

Leia novamente a primeira lei do investimento em imóveis e depois leia o maior segredo para investir em imóveis. Um imóvel para investimento não precisa nos agradar, tem apenas que gerar lucro. Não iremos morar nele, não iremos trabalhar nele, iremos lucrar com ele.

3. Construir pode trazer mais lucro do que comprar pronto

Essa é simples. Ao comprar pronto você pagará não apenas o custo de construção como também o lucro de quem bancou esta construção. Ninguém investe para construir um imóvel esperando vender pelo que pagou. Se você lucrar com a construção, ao decidir alugar o imóvel que acabou de construir irá obter uma rentabilidade muito maior do que se tivesse pago mais pelo imóvel pronto.

4. Alugar e administrar pode dar mais lucro do que apenas alugar

Se há administradoras de imóveis, certamente é porque esta atividade gera lucros. Sendo um investidor individual normalmente é um exagero pensar em montar uma empresa para administrar os próprios imóveis, a não ser que tenhamos muitos imóveis. No entanto, se juntarmos nossos imóveis com os de outros amigos que também os possuem, talvez seja válido pensar na criação de uma empresa dedicada a cuidar disso para nós a um custo menor do que deixar isto para uma imobiliária.
Outra coisa que pode acontecer é administrarmos mais do que apenas os imóveis. Pense em um flat, por exemplo. Já pensou em ser proprietário de um? Em um flat temos não apenas a renda das unidades locadas mas também o rendimento dos serviços prestados. Pense em um condomínio de pavilhões industriais, recebemos não apenas o aluguel de cada pavilhão, mas a administração do condomínio. Está pensando que isto é tudo muito grande para seu porte de investimento? Continue lendo, há leis mais adiante que explicam como resolver esta questão.

5. Vender financiado nos permite ganhar juros

Uma das maneiras mais simples de lucrar na venda de um imóvel é vender através de um financiamento próprio, fazendo com que o comprador pague juros a nós, em vez de pagar aos bancos. Para tornar isto ainda melhor, basta alavancar nossa construção ou compra do imóvel usando ferramentas de alavancagem de capital, que descrevo a seguir.

6. Alavancar nosso capital nos permite fazer mais, com menos

Se você pode comprar ou construir mais do que o aparentemente possível com o dinheiro que possui, porque não fazer isso? Conheça as ferramentas de alavancagem de capital que permitem que você adquira mais, com menos dinheiro próprio. Descubra como comprar um imóvel a vista, pagar apenas 50% de entrada e ainda economizar 25% do valor total.
Você também lucra mais ao poder vender o imóvel através de um financiamento próprio que banque os custos mensais da alavancagem utilizada para a construção ou compra do mesmo e ainda gere fluxo de caixa positivo todos os meses.

7. Devemos dominar todas as etapas

Errar em qualquer etapa do investimento pode levar ao prejuízo. Se não conhece todos os detalhes envolvidos no investimento em imóveis, observe atentamente a oitava lei abaixo.

8. Precisamos de bons parceiros

O célebre dividir para conquistar. Aqui vale aquela regra de que duas cabeças pensam melhor que uma. Contrate quem sabe o que faz, o custo disso será bem menor do que o custo de errar. Ao contratar, verifique, conheça o que seu parceiro faz e o que já fez antes.

9. Ser maior permite melhores negociações

Sozinhos somos pequenos, podemos pouco. Juntos somos grandes e fortes. Grandes, caminhamos a passos largos. Um exemplo prático: na negociação de um dos investimentos em construção de que participo, conseguimos os terrenos para construir sem precisar pagar pelos mesmos, podendo fazer esse pagamento no ato da venda ou em dois anos, o que acontecer primeiro. Só conseguimos isto por um motivo, porque garantimos a compra de 20% de todos os terrenos do loteamento em questão e início imediato das construções. O proprietário do loteamento, sabendo que nossa movimentação iria atrair novos interessados e ajudaria a vender o restante dos 80% que possui ficou feliz da vida por termos feito essa proposta.
Tudo isso foi possível por não atuarmos sozinhos, por formarmos um grupo fechado e investirmos com a soma dos nossos poderes individuais para o bem de todos.

10. Sucesso não se mede com promessas, se verifica com histórico

Escutamos dezenas de promessas diariamente. Não perca tempo com o que dizem por aí, verifique o histórico de seus fornecedores, saiba o que já fizeram, conheça seus empreendimentos. Realizações passadas podem não ser garantia, mas com certeza ajudam a minimizar nosso risco. Você prefere contratar quem já construiu diversos imóveis ou quem irá construir pela primeira vez?

E agora?

Este site explica o que fazer para ter sucesso no investimento em imóveis. Como realizar cada uma das etapas é um processo de aprendizado prático que leva anos para dominar. Neste ponto você tem dois caminhos para escolher:
  • caminhar sozinho, aprendendo com seus próprios erros e acertos ao longo deste lento caminho;
  • subir a bordo e nos acompanhar nesta jornada calma, tranquila e serena rumo ao sucesso.
Fonte:http://www.investimentoemimovel.com.br/as-10-leis-do-investimento-em-imoveis/

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Saiba como conquistar a casa própria; veja passo a passo.


 As notícias para quem está planejando realizar o sonho da casa própria este ano não têm sido animadoras … Os bancos aumentaram os juros, a Caixa reduziu o percentual de financiamento para usados (agora só financia 50% do valor total do imóvel e vai reduzir em 20% o percentual de recursos destinados à habitação) e a construção civil tem lançado cada vez menos imóveis.

“As pessoas têm postergado um pouco mais a decisão de compra. Mas, acredito que essa postura  é um equívoco. O momento do mercado está mais fácil para o comprador do que para o vendedor, que tem feito ofertas e  descontos cada vez mais agressivos”, explica Azevedo que também está à frente da Ello Imóveis. Azevedo pondera que quem não comprar agora na esperança de ter preços menores pode se decepcionar.
“Não vai haver redução no preço. Os imóveis seguem se valorizando, apesar de ter um ritmo mais lento. O consumidor deve aproveitar essa tendência de mercado e comprar o imóvel, pois pode haver mais dificuldades econômicas que tornem mais difíceis ainda as condicoes oferecidas pelos agentes financeiros”, defende o dirigente da Ademi-BA.
É preciso ter cautela – ou até mesmo adiar o sonho –  em novas aquisições, mas, para quem a compra é inevitável, o CORREIO preparou um passo a passo para você não se perder das armadilhas do mercado.
A funcionária pública Valéria Sousa se viu nesse labirinto pela compra de um imóvel novo no início deste mês. “Fiquei completamente desnorteada, perdida mesmo, quando soube que a Caixa tinha reduzido as taxas de financiamento e aumentado os juros.  O dinheiro que eu tinha reservado para a entrada não é mais suficiente. Agora vou ter que esperar mais e viver por pelo menos mais um ano no aluguel”, diz.
O educador financeiro Paulo Santana explica que o caminho está mais difícil, mas não pode ser considerado impossível. “Sem dúvida, está mais complicado e o caminho agora – mais do que nunca – é focar no ajuste da compra do imóvel com o seu orçamento. Tem que fazer conta e barganhar descontos com os vendedores dos imóveis pretendidos. A mesma regra vale para quem quer comprar imóveis novos”, diz.
A dica de Santana faz todo sentido. Segundo pesquisa Fipe e um portal imobiliário, divulgada na última quinta-feira (20), o percentual médio de desconto recebido pelas pessoas que compraram imóveis nos últimos 12 meses atingiu em março seu maior nível desde 2013. O índice registrado foi de 7,5%, o maior resultado desde o início da série histórica da pesquisa. Ou seja, vale pechinchar.
Para a presidente do Sindicato dos Corretores de Imóveis do Estado da Bahia, Eliene Freitas, o ano de 2015 tem sido difícil para quem não tem reserva para comprar um imóvel à vista, por exemplo.

oportunidade pelo fato que tem havido um ajuste no preço”, explica. Eliene destaca que a  recessão tem atingido tanto o segmento de venda quanto o de aluguel. “Está ruim para todos os setores”.
Diretor comercial da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário da Bahia (Ademi-BA),  José Azevedo Filho,  indica que, na Bahia, entre os meses de janeiro e fevereiro, houve uma redução média de 30% no volume de vendas.
“As pessoas têm postergado um pouco mais a decisão de compra. Mas, acredito que essa postura  é um equívoco. O momento do mercado está mais fácil para o comprador do que para o vendedor, que tem feito ofertas e  descontos cada vez mais agressivos”, explica Azevedo que também está à frente da Ello Imóveis. Azevedo pondera que quem não comprar agora na esperança de ter preços menores pode se decepcionar.
“Não vai haver redução no preço. Os imóveis seguem se valorizando, apesar de ter um ritmo mais lento. O consumidor deve aproveitar essa tendência de mercado e comprar o imóvel, pois pode haver mais dificuldades econômicas que tornem mais difíceis ainda as condicoes oferecidas pelos agentes financeiros”, defende o dirigente da Ademi-BA.
Alternativas
Com mais de 20 anos de atuação na área imobiliária,  o corretor de imóveis  Márcio Bulhões, da M2B Imóveis, explica que  o interessado em uma casa nova  precisa buscar alternativas para a compra do imóvel. “O menos complicado nesse movimento seria adquirir um consórcio imobiliário, o que pode ser feito nos principais bancos. Tem que torcer para ser contemplado pelo sorteio ou fazer o aporte em lance”, argumenta Márcio, que tem percebido uma redução de até 15% no volume de negócios este ano comparando com o mesmo período de 2014.
Bulhões ressalta que o comprador não deve ficar restrito só a fazer o financiamento na Caixa Econômica, que detém 65% dos contratos imobiliários do país.
“Os bancos privados, hoje, estão mais competitivos muitas vezes do que os bancos públicos como por exemplo a Caixa. Hoje, a Caixa só financia 50%, em março era 80% e em fevereiro era 90%. Os privados financiam até 70%”, destaca Márcio, lembrando que o FGTS deve ser usado para ajudar na entrada.
Fonte: Correio 24 horas http://noticias.wimoveis.com.br/saiba-como-conquistar-a-casa-propria-veja-passo-a-passo/#prettyPhoto

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Preços dos imóveis do país tendem a aumentar, avalia Fiemg

Imóveis em construção: Vice-presidente da Federação das Indústrias de Minas Gerais diz que momento é bom para compra


BH - O vice-presidente da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg) e presidente da Câmara da Indústria da Construção (CIC/Fiemg), Teodomiro Diniz Camargos, afirmou que os preços dos imóveis no País tendem a aumentar neste ano, mesmo diante de uma fraca demanda.
Segundo ele, os custos de produção (insumos, mão de obra e terrenos) não vão arrefecer e as construtoras terão que repassar esse aumento de custos para os imóveis, para preservar margens que já estão "apertadas".
"Os preços, faz um tempo, estão estagnados e os lançamentos parados. É impensável falarmos em queda de valores, porque os custos estão subindo. A tendência é de aumento", disse em coletiva de imprensa na semana passada para o lançamento do Minascon/Construir Minas 2015, a ser realizado entre os dias 24 e 27 de junho, na capital mineira.
Camargos também comentou que esse é o momento ideal para se comprar imóveis, já que ainda há estoque e os repasses de custos ainda não foram feitos.
O vice-presidente da Fiemg afirmou que o envolvimento das grandes construtoras no País em esquemas de corrupção que estão sendo investigadas pela Operação Lava Jato atrapalha o desempenho do setor. "As grandes acabam passando seus projetos para as pequenas e médias empresas, que acabam postergando os seus", explicou.
Conforme dados apresentados pelo especialista, com base em informações da Fundação João Pinheiro, órgão ligado ao governo estadual, o Produto Interno Bruto (PIB) da construção civil em Minas Gerais retraiu 4,9% em 2014.
"Para 2015, estamos caminhando para o segundo ano negativo. Mas a queda do PIB do segmento mineiro não será maior do que o nacional. Devemos acompanhar o País", afirmou.
Conforme projeções da Fundação Getúlio Vargas (FGV), o PIB da construção civil deve recuar 5,5% em 2015 ante 2014. No ano passado ante 2013, a retração foi de 2,6%. O desempenho pior em Minas do que no Brasil foi justificado, em parte, pelo especialista, pela utilização de metodologias diferentes.
O mau desempenho está sendo refletido na geração de empregos. De acordo com o executivo, com base em dados do Caged, no primeiro trimestre, o Estado demitiu 2.131 no setor (saldo líquido) ante contratação de 16.591 pessoas do mesmo período do ano passado. Em março de 2015, Minas Gerais tinha 359.876 trabalhadores da construção civil com carteira assinada, ante 361.466 de dezembro de 2014.
Ainda para este ano, Camargos não espera o lançamento do Minha Casa Minha Vida 3. Para ele, a aprovação do pacote de ajuste fiscal e a sanção da nova lei da terceirização podem dar um viés positivo ao setor, minimizando a performance ruim esperada para o ano.
"Uma solução para que se retome os investimentos em infraestrutura é a realização intensa de Parcerias Público-Privadas (PPPs). Mas o setor precisa vencer questões burocráticas, legislações urbanas e trabalhistas ineficientes, falta de mão de obra qualificada e avançar em programas de requalificação urbana", ressaltou.
Confiança e Minascon
A Fiemg também na semana passada o Índice de Confiança do empresário mineiro da construção (ICEICON-MG). Em abril, o indicador ficou em 31 pontos, queda de um ponto ante fevereiro (32 pontos) e menor do que o indicador nacional que ficou em 39,2 pontos.
Na comparação com abril de 2014, o índice diminuiu 15,2 pontos. Esse foi o 13º mês consecutivo no qual o ICEICON-MG apareceu abaixo da linha dos 50 pontos e registrando novo recorde de menor patamar da série histórica iniciada em janeiro de 2010.
Sobre o Minascon/Construir Minas 2015, o vice-presidente da Fiemg informou que, por conta da crise atual, espera-se o mesmo volume financeiro e visitantes obtidos na edição do ano passado, de R$ 100 milhões em negócios e cerca de 30 mil pessoas circulando no evento.

Publicado pela Exame dia 10/05/2015 17:12 pela Suzana Inhesta, do Estadão Conteúdo no endereço: http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/noticias/precos-dos-imoveis-do-pais-tendem-a-aumentar-avalia-fiemg

A vez do investidor tradicional no mercado imobiliário

Se você é investidor tradicional, pode comemorar. Isso porque o mercado imobiliário está com cenário favorável para esse perfil, que consegue negociar imóveis com redução de preço. O que é consequência das mudanças nas regras de financiamento dos imóveis pelos bancos públicos e da desaceleração do mercado imobiliário.


“A cada dia a procura do investidor por imóveis aumenta. Somando valorização e localização, a rentabilidade é superior a outros negócios”, afirma Delano Belchior, diretor comercial da Alessandro Belchior. Entre as atividades da imobiliária está a administração de locação de imóveis para 80% dos seus clientes.
“Hoje o investidor busca rentabilidade mínima de locação de 1,2% em cima do valor venal do imóvel”, avalia, afirmando que a procura por unidades comerciais é maior em virtude da rentabilidade superior a dos residências, que oferecem 0,4%. A maior procura é por pontos comerciais espalhados pelos corredores de atividades de grandes avenidas da cidade.
Além disso, assim como qualquer investimento, deve-se ter um mixe diferenciado de produtos. “No mercado, existem investidores de curto prazo, que compram terreno e participam do negócio junto com a construtora, às vezes como sócio ou apenas parceiro”. É comum não receberem dinheiro pela propriedade comercializada e sim unidades de apartamentos. E também os de longo prazo, que adquirem imóveis e esperam a valorização no futuro.

Cautela
Para Rodrigo Mota da Costa, proprietário da Mota da Costa Imobiliária, o mercado está para investidores capitalizados e cautelosos. “Acabou a euforia. As pessoas estão em dúvida em relação ao futuro econômico”. Nos últimos seis meses, dobrou a procura por parte de investidores que buscam negócios acima de R$ 1 milhão.

Portanto, o investidor capitalizado compra, muitas vezes na planta, e espera o melhor momento para venda. “O interessante é ganhar dinheiro”. Seus clientes buscam o mais barato, independentemente do tipo de imóvel.

Para Bertrand Girão, coordenador de vendas da César Rêgo, no último ano, o mercado acabou para o cliente especulador e aventureiro. “Prevalece o investidor tradicional para locação ou patrimônio que quer segurança na sua aplicação”. O que conta na hora de investir é localização, projeto e idoneidade da construtora.
Matéria públicada pelo jornal O Povo em 13/05/2015 no endereço: http://www.opovo.com.br/app/opovo/imoveis/2015/05/13/notimoveis,3436861/a-vez-do-investidor-tradional-no-mercado-imobiliario.shtml

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Previsões do Sachsida para 2015 – Adolfo Sachsida

FonteS: http://bdadolfo.blogspot.com.br/2014/12/previsoes-do-sachsida-para-2015.html

http://www.bolhaimobiliaria.com/2014/12/05/previsoes-do-sachsida-para-2015-adolfo-sachsida/

Como já é tradição nesse blog, em dezembro faço minhas previsões para o ano seguinte. Aqui você pode ler sobre as previsões que fiz para 2012, aqui as previsões feitas para 2013, e aqui as feitas para 2014. E ai? Estou indo bem ou não estou?

Previsões para 2015:

Inflação: próxima de 7% (com direito a tarifaço nos preços administrados, esperem só para ver o reajuste na tarifa de ônibus)

PIB: -1% (isso mesmo, redução do PIB)

Contas públicas: o governo irá aumentar a CIDE (contribuição sobre combustíveis), cancelar as desonerações tributárias setoriais, e possivelmente aumentar a CSSL (contribuição sobre o lucro líquido das empresas). Acho que tentarão também ressuscitar a CPMF (talvez com outro nome). O salário do funcionalismo público ficará na sua maior parte congelado. O investimento público será reduzido. O rombo nas empresas estatais irá começar a aparecer, com destaque para Petrobras e CEF. Os estados e municípios, seguindo o exemplo do governo federal, tentarão dar um chega pra lá na lei de responsabilidade fiscal. Resumindo: os gastos públicos continuarão altos, e o ajuste será feito mesmo via aumento de impostos, inflação, e redução no investimento público.

Mercado imobiliário: vai passar por um ano ruim, um ano de ajustes, quem tiver dinheiro no bolso fará ótimos negócios.

Taxa de câmbio: a instabilidade cambial vai continuar, mas a tendência de desvalorização do real vai continuar (tudo bem, estou meio vaselina nessa previsão, mas o BACEN tem ajudado muito a aumentar a instabilidade cambial, aí fica realmente difícil).

Resumindo, tal como avisei INÚMERAS VEZES, 2015 será o ano do ajuste. Alertei da necessidade dos ajustes, fui chamado de pessimista. Ano que vem a taxa de juros americana vai subir, e nesse momento o Brasil vai conhecer o estrago que anos e anos de péssima política econômica causam a uma nação.

A inadimplência vai subir, o desemprego vai subir, a renda do brasileiro vai cair. Quando isso acontecer NÃO CULPE O MERCADO. Também não diga que essa é a “tempestade perfeita”. Tempestade sugere algo aleatório. A crise que se abaterá no Brasil em 2015 nada tem de aleatória, ela foi causada pela PÉSSIMA qualidade das políticas monetárias e fiscal adotadas pelo governo petista.




FonteS: http://bdadolfo.blogspot.com.br/2014/12/previsoes-do-sachsida-para-2015.html

http://www.bolhaimobiliaria.com/2014/12/05/previsoes-do-sachsida-para-2015-adolfo-sachsida/

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Temer descarta risco de uma bolha imobiliária no Brasil

O vice-presidente Michel Temer (PMDB)Em sua visita a Portugal, Temer se reuniu com o primeiro-ministro, o conservador Pedro Passos Coelho


Michel Temer: vice-presidente afirmou que protestos "não assustaram" o governo, mas intensificaram as medidas para impulsionar a ascensão social







Lisboa - O vice-presidente Michel Temer afirmou nesta segunda-feira que o país não enfrenta o risco de uma bolha imobiliária apesar da alta dos preços no mercado brasileiro, durante visita oficial a Portugal.

Temer considerou que o bom desempenho econômico do Brasil diminui o impacto possível desse cenário, apesar de alguns analistas alertarem sobre a alta da especulação no mercado imobiliário como consequência da organização dos Jogos Olímpicos em 2016 e da Copa do Mundo em 2014.
"Não há risco de bolha imobiliária", afirmou, antes de acompanhar o lançamento de um livro comemorativo sobre um ano de promoção cultural entre Portugal e Brasil.
Em lugar de riscos, há sintomas positivos na economia, como uma baixa taxa de desemprego, "próxima ao pleno emprego", que ficou em agosto em 5,3%, e uma inflação de 5,8 % para este ano, dois décimos a menos que o previsto para junho.
"Como vai haver problema na economia se o desemprego está diminuindo? Temos as preocupações naturais de manter um bom governo no que se refere à economia", defendeu.
Segundo os últimos dados do Banco Central, a economia crescerá 2,5% este ano, dois décimos a menos que a estimativa de junho.
Como parte de sua visita a Portugal, Temer se reuniu com o primeiro-ministro, o conservador Pedro Passos Coelho. Eles conversaram sobre o processo de privatizações de empresas públicas.
Fonte: http://exame.abril.com.br/economia/noticias/temer-descarta-risco-de-uma-bolha-imobiliaria-no-brasi
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quarta-feira, 21 de agosto de 2013

O Novo centro clinico Vitrium em destaque na mídia.

O Vitrium foi destaque em matéria do Jornal da Comunidade deste fim de semana sobre a migração de hospitais e centros clínicos para outras áreas em Brasília além dos Setores Hospitalares Norte e Sul. Segue cópia da matéria.

O empreendimento, seus diferenciais, sua localização, e uma entrevista com o diretor de incorporações Cesar Durão foram evidenciados.

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quarta-feira, 31 de julho de 2013

“Choque de realidade” baixa valor de imóveis