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sexta-feira, 24 de julho de 2015

Projeto para o Burle Marx começar a ser implantado a partir do mês que vem

Segundo promessa do presidente da Terracap haverá a construção de ciclovias, calçadas e quadras de esportes. Área aproveitada só não será maior por causa de imbróglio judicial



Desde 2012, com a inauguração do primeiro prédio no Noroeste, os moradores aguardam uma definição sobre o parque Burle Marx. Em meio a um impasse judicial (leia Entenda o caso), o governo encontrou uma medida paliativa para acalmar os ânimos daqueles que pedem a implantação do espaço de lazer. No próximo mês, a Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) vai apresentar à comunidade um projeto que prevê a construção de ciclovias, calçadas e quadras de esportes em uma área que corresponde a um terço do espaço total do parque, que é de 280 hectares. O projeto será discutido em audiência pública.

As obras do sistema viário do parque estavam suspensas pelo Tribunal de Contas do DF (TCDF) desde o ano passado, após auditoria constatar irregularidades na execução. De acordo com o relatório, R$ 10,7 milhões teriam sido desperdiçados na implantação da infraestrutura do parque. Para que o trabalho fosse concluído, a Terracap sugeriu ao TCDF anular o atual contrato e fazer uma nova licitação, mas apenas em uma parte da área destinada ao parque. A área onde há conflitos judiciais com a Associação de Pilotos de Ultraleves de Brasília (Apub) ficará de fora.

O projeto, que segundo a Terracap já está pronto, será apresentado à população em agosto deste ano. A comunidade poderá opinar sobre o documento e, se for aprovado, as obras começariam no mesmo mês. Até lá, o Instituto Brasília Ambiental (Ibram) deve criar e anunciar os integrantes do conselho do parque com representantes da sociedade e do governo. “Nós faremos a primeira reunião do conselho e a audiência para discutir o projeto. A ideia é fazer o edital de licitação logo em seguida. É um começo”, analisou o presidente da Terracap, Alexandre Navarro.

Fonte: Correio Braziliense: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2015/07/10/interna_cidadesdf,489698/projeto-para-o-burle-marx-comecar-a-ser-implantado-a-partir-do-mes-que-vem.shtml

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Preços dos imóveis do país tendem a aumentar, avalia Fiemg

Imóveis em construção: Vice-presidente da Federação das Indústrias de Minas Gerais diz que momento é bom para compra


BH - O vice-presidente da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg) e presidente da Câmara da Indústria da Construção (CIC/Fiemg), Teodomiro Diniz Camargos, afirmou que os preços dos imóveis no País tendem a aumentar neste ano, mesmo diante de uma fraca demanda.
Segundo ele, os custos de produção (insumos, mão de obra e terrenos) não vão arrefecer e as construtoras terão que repassar esse aumento de custos para os imóveis, para preservar margens que já estão "apertadas".
"Os preços, faz um tempo, estão estagnados e os lançamentos parados. É impensável falarmos em queda de valores, porque os custos estão subindo. A tendência é de aumento", disse em coletiva de imprensa na semana passada para o lançamento do Minascon/Construir Minas 2015, a ser realizado entre os dias 24 e 27 de junho, na capital mineira.
Camargos também comentou que esse é o momento ideal para se comprar imóveis, já que ainda há estoque e os repasses de custos ainda não foram feitos.
O vice-presidente da Fiemg afirmou que o envolvimento das grandes construtoras no País em esquemas de corrupção que estão sendo investigadas pela Operação Lava Jato atrapalha o desempenho do setor. "As grandes acabam passando seus projetos para as pequenas e médias empresas, que acabam postergando os seus", explicou.
Conforme dados apresentados pelo especialista, com base em informações da Fundação João Pinheiro, órgão ligado ao governo estadual, o Produto Interno Bruto (PIB) da construção civil em Minas Gerais retraiu 4,9% em 2014.
"Para 2015, estamos caminhando para o segundo ano negativo. Mas a queda do PIB do segmento mineiro não será maior do que o nacional. Devemos acompanhar o País", afirmou.
Conforme projeções da Fundação Getúlio Vargas (FGV), o PIB da construção civil deve recuar 5,5% em 2015 ante 2014. No ano passado ante 2013, a retração foi de 2,6%. O desempenho pior em Minas do que no Brasil foi justificado, em parte, pelo especialista, pela utilização de metodologias diferentes.
O mau desempenho está sendo refletido na geração de empregos. De acordo com o executivo, com base em dados do Caged, no primeiro trimestre, o Estado demitiu 2.131 no setor (saldo líquido) ante contratação de 16.591 pessoas do mesmo período do ano passado. Em março de 2015, Minas Gerais tinha 359.876 trabalhadores da construção civil com carteira assinada, ante 361.466 de dezembro de 2014.
Ainda para este ano, Camargos não espera o lançamento do Minha Casa Minha Vida 3. Para ele, a aprovação do pacote de ajuste fiscal e a sanção da nova lei da terceirização podem dar um viés positivo ao setor, minimizando a performance ruim esperada para o ano.
"Uma solução para que se retome os investimentos em infraestrutura é a realização intensa de Parcerias Público-Privadas (PPPs). Mas o setor precisa vencer questões burocráticas, legislações urbanas e trabalhistas ineficientes, falta de mão de obra qualificada e avançar em programas de requalificação urbana", ressaltou.
Confiança e Minascon
A Fiemg também na semana passada o Índice de Confiança do empresário mineiro da construção (ICEICON-MG). Em abril, o indicador ficou em 31 pontos, queda de um ponto ante fevereiro (32 pontos) e menor do que o indicador nacional que ficou em 39,2 pontos.
Na comparação com abril de 2014, o índice diminuiu 15,2 pontos. Esse foi o 13º mês consecutivo no qual o ICEICON-MG apareceu abaixo da linha dos 50 pontos e registrando novo recorde de menor patamar da série histórica iniciada em janeiro de 2010.
Sobre o Minascon/Construir Minas 2015, o vice-presidente da Fiemg informou que, por conta da crise atual, espera-se o mesmo volume financeiro e visitantes obtidos na edição do ano passado, de R$ 100 milhões em negócios e cerca de 30 mil pessoas circulando no evento.

Publicado pela Exame dia 10/05/2015 17:12 pela Suzana Inhesta, do Estadão Conteúdo no endereço: http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/noticias/precos-dos-imoveis-do-pais-tendem-a-aumentar-avalia-fiemg

A vez do investidor tradicional no mercado imobiliário

Se você é investidor tradicional, pode comemorar. Isso porque o mercado imobiliário está com cenário favorável para esse perfil, que consegue negociar imóveis com redução de preço. O que é consequência das mudanças nas regras de financiamento dos imóveis pelos bancos públicos e da desaceleração do mercado imobiliário.


“A cada dia a procura do investidor por imóveis aumenta. Somando valorização e localização, a rentabilidade é superior a outros negócios”, afirma Delano Belchior, diretor comercial da Alessandro Belchior. Entre as atividades da imobiliária está a administração de locação de imóveis para 80% dos seus clientes.
“Hoje o investidor busca rentabilidade mínima de locação de 1,2% em cima do valor venal do imóvel”, avalia, afirmando que a procura por unidades comerciais é maior em virtude da rentabilidade superior a dos residências, que oferecem 0,4%. A maior procura é por pontos comerciais espalhados pelos corredores de atividades de grandes avenidas da cidade.
Além disso, assim como qualquer investimento, deve-se ter um mixe diferenciado de produtos. “No mercado, existem investidores de curto prazo, que compram terreno e participam do negócio junto com a construtora, às vezes como sócio ou apenas parceiro”. É comum não receberem dinheiro pela propriedade comercializada e sim unidades de apartamentos. E também os de longo prazo, que adquirem imóveis e esperam a valorização no futuro.

Cautela
Para Rodrigo Mota da Costa, proprietário da Mota da Costa Imobiliária, o mercado está para investidores capitalizados e cautelosos. “Acabou a euforia. As pessoas estão em dúvida em relação ao futuro econômico”. Nos últimos seis meses, dobrou a procura por parte de investidores que buscam negócios acima de R$ 1 milhão.

Portanto, o investidor capitalizado compra, muitas vezes na planta, e espera o melhor momento para venda. “O interessante é ganhar dinheiro”. Seus clientes buscam o mais barato, independentemente do tipo de imóvel.

Para Bertrand Girão, coordenador de vendas da César Rêgo, no último ano, o mercado acabou para o cliente especulador e aventureiro. “Prevalece o investidor tradicional para locação ou patrimônio que quer segurança na sua aplicação”. O que conta na hora de investir é localização, projeto e idoneidade da construtora.
Matéria públicada pelo jornal O Povo em 13/05/2015 no endereço: http://www.opovo.com.br/app/opovo/imoveis/2015/05/13/notimoveis,3436861/a-vez-do-investidor-tradional-no-mercado-imobiliario.shtml